TIPOS DE ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS

 

1.1 ESTUDOS ECOLÓGICOS:

Subclassificações:

Vantagens:

Problemas:

Formas de análise:

1.2 ESTUDOS DE SÉRIES TEMPORAIS 

Subclassificação:

Vantagens:

 Problemas:

 Formas de análise disponíveis:

 1.3 ESTUDOS SECCIONAIS

Subtipos:

Vantagens:

Problemas:

Formas de análise disponíveis:

1.4 ESTUDOS DE COORTE

 Subtipos:

 Vantagens:

 Problemas:

 Formas de análise:

1.5 ESTUDOS DE CASO-CONTROLE

Subtipos:

Vantagens:

Problemas:

Formas de análise:

1.6 ESTUDOS DE INTERVENÇÃO 

        Os principais critérios de classificação dos estudos de intervenção são os seguintes: (a) controle da variável independente; (b) controle da composição dos grupos; (c) controle do efeito de mensuração. Em primeiro lugar, com relação ao controle da variável independente, os estudos de intervenção podem ser classificados como controlados ou não-controlados, dada à presença ou ausência de grupo de controle. Em segundo lugar quanto ao controle da composição dos grupos, os estudos de intervenção podem assumir as seguintes modalidades, não excludentes entre si: 

1)      randomizado – estudo com grupos alocados a partir de um processo aleatório de escolha, buscando-se uma distribuição equilibrada de variáveis de confundimento;

2)      não-randomizado – estudo com grupos experimental e de controle escolhidos a partir de critérios de disponibilidade ou conveniência;

3)      bloqueado – estudo com grupos formados exclusivamente por representantes de uma dada categoria da variável de confundimento a se controlar, bloqueando-se o efeito vinculado às outras classes da variável;

4)      pareado – estudo com grupos constituídos por pareamento, garantindo uma composição rigorosamente equivalente em termos de algumas variáveis selecionadas;

5)      rotativo – estudo com estrutura baseada na alternância de grupos, em que os participantes que compõem o grupo experimental são alocados, após um certo período, para o grupo controle, e vice-versa. 

Considerando a modalidade de controle do bias de mensuração nos estudos de intervenção, estes podem ser:            

1)      duplo-cego – a alocação dos grupos e as mensurações referentes à variável dependente são feitas às cegas (ou seja, nem os avaliadores nem os participantes têm conhecimento da alocação dos grupos);

2)      simples-cego – os participantes não têm conhecimento de sua pertinência aos grupos da pesquisa (por exemplo, através do uso de placebos nos ensaios clínicos);

3)      aberto – quando todo o envolvido tem acesso a informações capazes de indicar a alocação dos grupos experimental e de controle.