ASSISTOLIA

 

A assistolia é caracterizada por traçado isoelétrico ao ECG. A assistolia é mecanismo mais freqüente de PG intra-hospitalar (85%), particularmente em unidades de terapia intensiva e em crianças, sendo comumente associada a hipoxemia. Em geral, a assistolia é a evolução final das demais modalidades de PCRs não atendidas adequadamente ou em tempo hábil.

· Nessa situação são usados epinefrina IV 1,0 mg a cada 3 a 5 minutos.

· Intercala-se com a atropina IV 1,0 mg a cada 3 a 5 minutos. A atropina deve ser utilizada até a dose máxima de 0,03 a 0,04 mg/kg.

· A partir disso, na ausência de resposta, deve-se continuar só com a adrenalina, droga que é totalmente metabolizada, não havendo dose máxima para ela.

· Na assistolia presenciada (em paciente precocemente monitorado), considera-se aplicar o marcapasso (MP) transcutâneo. A introdução de MP transvenoso requer interrupção das manobras de ressuscitação para acesso venoso central, portanto, é procedimento não recomendado nesse momento.

· Assim como na AESP, a causa da assistolia deve ser prontamente determinada, considerando a regra mnemônica dos 5 “Hs” e 5 “Ts”.

· Ver algoritmo de assistolia no capítulo de